terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Minhas mães e meu pai

Por Mare Soares

Eis a terceira resenha dos filmes que estão concorrendo ao Oscar 2011! =D E eu, novamente, liberando meu lado Dawson hohoho (como a @_sanzinha_ gosta =P)

Minhas mães e meu pai é um filme independente e, como a nova tendência vem mostrando, tem alcançado bastante visibilidade a ponto de arrumar indicação ao Oscar. (Como Quem quer ser um milionário? Também foi).
O filme gira em torno de uma família pouco convencional. Um casal de lésbicas que fizeram inseminação artificial e deram a luz a uma menina e um menino. Ao completar 18 anos, a garota, a pedido do irmão, resolve procurar seu pai biológico. Nisso, a harmonia da família é abalada.
Primeiramente, achei a tradução fail. Prefiro o título original “The kids are all right”.
A história é divertida, acho que a visibilidade que está ganhando é bastante justa. Temos um espetááááculo de atuação de Annette Bening! Gerando uma indicação ao Oscar na categoria melhor atriz. Particularmente, a Mia Wasikowska (também fez Alice in Wonderland, Tim Burton) me agrada bastante. Vejo nela um futuro bonitinho. Sinceramente, o elenco é muito bom. Não poderia falar menos de Julianne Moore (não repitam o nome dela muitas vezes, pois eu tenho a sensação de que cada vez que pronuncio, a mulher fica mais velha O_O) e de Mark Ruffalo.
Dificilmente você gargalhará com a trama. Enquadraria em “comédia-dramática” vulgo comédia de costume. Entretanto, não é habitual vermos um casal lésbico com dois filhos andando por aí. Portanto, deixa comédia dramática mesmo.
O filme passa a idéia de que todas as famílias possuem problemas, até mesmo as meio exóticas.
 As soluções para as questões foram mal feitas, tudo se resolve sem muitas explicações e todo mundo aceita tudo muito facilmente. Sem falar do final que ficou um pouco a desejar.
Entretanto, continuo aí: ainda acho que o filme merece ser assistido e merecia alguma premiação no Oscar. (Mas acho que não vai levar nada).

10 comentários:

Books Journal disse...

Que legal, adorei a ideia do filme, bem original e eu admiro muito essas coisas independentes e tal :) Não sou muito fã de filmes, mas eu to adorando esses posts aqui *-*

Beijos,
Kaká
Xxx

•*♥*• Sanzinha •*♥*• disse...

"liberando meu lado Dawson hohoho (como a @_sanzinha_ gosta =P)"

Adoreeeeiiii! rsrsrs
Gostei da resenha, Mare. Taí um filme que eu vou querer ver, pela novidade da trama. Vou mesmo.
Já está lá no blog a resenha da Alasca... rs. Amei demais o livro!

Beijão!

Helvio disse...

Vim parar aqui pelo seu blog-de-autora esperando alguma coisa interessante. Mas estou sinceramente decepcionado. É realmente com essa escrita ridícula que você quer se lançar como escritora, ou você tem alguma carta na manga? Hoje deixam qualquer idiota escrever livros...

Mare Soares disse...

Uma pessoa que não consegue distinguir a forma que eu e a Rayana escrevemos, vai falar o que?
Porque, sim, seu comentário chegou em nosso e-mail. :D
E se você não consegue diferenciar, quem lamenta aqui sou eu, por ter um imbecil lendo o que a gente escreve.
Aliás, não precisa ler meu livro. Eu prefiro que alguém com um mínimo de inteligência leia para que possa julgar de forma coerente e argumentando sobre os pontos fracos. Afinal, como qualquer outro livro, possui falhas.
Mas troll eu passo, obrigada.

Helvio disse...

O imbecil aqui é quem tá trollando ou quem escreve mal?

ASIUAHSIUAHSIAUHISUAH

Anta por anta é tudo igual mesmo, AISUHAS

Livros Me Mordam disse...

Imbecil é quem perde tempo comentando e trollando um post que considerou ''mal escrito''. Se você perde tempo fazendo isso, sinta-se no dever de ter esse título.
E, por gentileza, se acha o post mal escrito e o blog ruim, visite outros! Com certeza algum vai te agradar plenamente e você não será mais um troll. Olha que alegria pra todo mundo! \o/

Mare Soares disse...

Acho que o título de imbecil é recebido por pessoas que acham ERUDIÇÃO é escrever bem e, principalmente, que são tão estúpidas a ponto de não saberem que a narrativa de um livro é diferente da linguagem de uma crítica informal em um blog não-profissional.

kumiho disse...

Não consigo levar a sério uma pessoa que escreve "ASHUAHSUHSAU", ponto. Perdeu moral.

Quanto à resenha, discordo em alguns pontos. O filme pra mim não passa de um roteiro comum - filho procurando um pai desconhecido - e ganhou visibilidade mais por ter um casal homossexual protagonizando do que qualquer outra coisa. A atuação é boa, mas não espetacular. A história é legal, mas nada de novo. Trilha sonora e outros aspectos técnicos... razoáveis, mas só.

É como Brokeback Mountain: inova por abordar a homossexualidade como inerente ao tema principal, dando-lhe um caráter neutro/positivo, mas não se preocupa em trazer outras grandes novidades ou um enredo surpreendente. Não acho que mereça um Oscar, mas certamente merece um lugar na estante de DVDs.

Mare Soares disse...

Cara, odiei Brokeback Mountain :S não cheguei na metade.

kumiho disse...

Brokeback Mountain é triste e tocante pra caramba por conta de retratar exatamente o preconceito; tem horas que chega a ser revoltante, outras que dá vontade de chorar. Mas, até aí, Romeu e Julieta também tem uma temática parecida. Não tem inovação...

 

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